Saga Systems apresenta no Encatho & Exprotel fechaduras on-line, automação, nuvem e integração com sistemas de gestão, além de recursos voltados à eficiência energética que ajudam hotéis a evitar desperdícios
A porta de um hotel deixou de representar apenas o ponto de entrada do hóspede. Com o avanço das fechaduras on-line, da automação e da integração entre sistemas, ela passa a fazer parte de uma estrutura conectada, capaz de gerar informações, ampliar a segurança e contribuir para uma operação hoteleira mais ágil e eficiente.
Essa transformação será apresentada pela Saga Systems Brasil durante o 37º Encatho & Exprotel, realizado de 11 a 13 de agosto de 2026, no CentroSul, em Florianópolis. Com mais de 16 anos de atuação na hotelaria, a empresa levará ao evento soluções de controle de acesso, automação de apartamentos, integração com PMS, plataformas em nuvem, APIs, leitores de elevadores, cofres eletrônicos e tecnologias de comunicação voltadas aos meios de hospedagem.
A participação está diretamente conectada ao tema desta edição, “Do Check-in à Conexão: O Futuro da Hospitalidade”. Para Marcio Federicci, marketing da Saga Systems, a evolução do setor não depende apenas da adoção de novos equipamentos, mas da capacidade de fazer com que sistemas, dispositivos, equipes e informações trabalhem de forma integrada.
Fechadura passa a fazer parte da inteligência operacional
Durante muitos anos, as fechaduras eletrônicas dos hotéis operaram de forma off-line. O cartão era gravado na recepção e validado diretamente na porta do apartamento, sem que houvesse comunicação em tempo real com um sistema central.
Esse modelo continua atendendo diferentes perfis de empreendimentos, mas a hotelaria começa a avançar para uma nova etapa. Com as fechaduras on-line, a porta pode ser integrada à operação e funcionar como uma unidade de informação.
Entre as possibilidades estão o cancelamento remoto de credenciais, a atualização de acessos, o acompanhamento de eventos, a definição de permissões por horários e perfis, a gestão de áreas comuns e a integração com elevadores.
Essa conectividade também amplia a rastreabilidade e permite que a equipe identifique ocorrências e responda com mais rapidez diante de uma falha de acesso ou necessidade operacional. “A fechadura deixou de ser apenas o equipamento que abre a porta. Ela passou a ser o início da conexão”, destaca Jessé Resende, CEO da Saga Systems Brasil.
Menos obstáculos no check-in, mais tempo para acolher
A evolução do controle de acesso também interfere diretamente na experiência de chegada. Depois de uma viagem, o hóspede deseja ser recebido e seguir para o apartamento com agilidade, sem enfrentar processos repetitivos, filas ou falhas de comunicação entre os sistemas.
Ao integrar PMS, gravação de cartões, credenciais digitais, fechaduras e outros recursos utilizados na recepção, o hotel consegue reduzir etapas manuais e tornar o check-in mais fluido.
A proposta não é necessariamente eliminar a presença das pessoas, mas utilizar a tecnologia para retirar obstáculos da jornada. Quando os processos repetitivos são automatizados, as equipes ganham mais tempo para orientar, acolher e cuidar das necessidades do hóspede. “A tecnologia, quando bem aplicada, não substitui a hospitalidade humana. Ela liberta a hospitalidade humana”, afirma Jessé.
Nesse contexto, o melhor check-in do futuro não será obrigatoriamente aquele realizado sem atendimento humano, mas aquele em que a tecnologia funciona de maneira silenciosa e oferece suporte para que o relacionamento comece melhor.
APIs fazem os sistemas conversarem
Um dos principais desafios encontrados nos meios de hospedagem não é necessariamente a falta de tecnologia, mas a existência de diversos sistemas que operam de forma isolada.
Um hotel pode utilizar PMS, ERP, CRM, motor de reservas, channel manager, automação, controle de acesso, ponto de venda e outras plataformas. Entretanto, quando essas soluções não trocam informações, a equipe precisa repetir cadastros, transportar dados manualmente ou corrigir falhas causadas pela desconexão.
As APIs funcionam como pontes entre essas ferramentas. Elas permitem, por exemplo, que o PMS envie informações para a gravação de uma credencial, que o sistema de acesso reconheça os dados da hospedagem e que outros setores acompanhem as informações necessárias para executar suas atividades.
Para o hóspede, essa integração pode passar despercebida. Seus efeitos, porém, aparecem na agilidade do atendimento, na redução de erros e na continuidade da experiência.
Para a Saga Systems, integrar sistemas não significa apenas criar conexões técnicas, mas construir uma operação em que as informações circulem com mais segurança e menos retrabalho.
Automação ajuda a evitar desperdícios sem comprometer o conforto
Além do controle de acesso, a Saga Systems trabalha com soluções para a automação de apartamentos. A proposta é integrar diferentes elementos do quarto, como iluminação, climatização, tomadas, cortinas, sensores de presença, sensores de portas e janelas, campainhas e funções como “Não Perturbe”.
A integração entre sensores, fechaduras e sistemas de automação permite que o hotel compreenda melhor o contexto de utilização do apartamento. O empreendimento pode identificar, por exemplo, se há presença no quarto ou se uma janela permanece aberta enquanto o ar-condicionado está funcionando.
A partir dessas informações, os equipamentos podem contribuir para evitar consumos desnecessários e apoiar uma gestão mais eficiente dos recursos. A economia de energia, nesse caso, não é tratada como uma ação isolada, mas como resultado de produtos eficientes e de uma automação capaz de responder às condições reais do ambiente.
Entre as soluções desenvolvidas pela empresa estão o Eco Line Energy Essential e o Eco Line Energy Premium Intelligent, integrados à visão do Saga Cloud Blue.
O objetivo é ajudar os meios de hospedagem a reduzirem desperdícios sem prejudicar o conforto. Para a Saga Systems, não basta simplesmente desligar equipamentos. É necessário compreender quando e como realizar ajustes de maneira inteligente, preservando a experiência do hóspede.
Saga Cloud Blue amplia a conexão entre dispositivos e sistemas
O Saga Cloud Blue representa a visão da empresa para a construção de um ecossistema tecnológico conectado e preparado para acompanhar a evolução da hotelaria.
A proposta é integrar diferentes formas de acesso, soluções em nuvem, fechaduras, cartões RFID e MIFARE, senhas, BLE, comunicação LoRa, automação, APIs e sistemas de gestão hoteleira.
Essa estrutura permite que o empreendimento avance gradualmente, de acordo com suas necessidades, infraestrutura e capacidade de investimento. Em vez de substituir toda a base tecnológica de uma só vez, o hotel pode planejar a evolução por etapas.
Tecnologias como LoRa e BLE ajudam a desenvolver projetos adaptados às características físicas de diferentes empreendimentos. A comunicação LoRa pode ser utilizada para ampliar a conectividade de dispositivos em locais onde o cabeamento apresenta dificuldades. Já o BLE permite novas formas de interação com dispositivos móveis e credenciais digitais. “Tecnologia boa não é apenas a mais moderna. É a mais adequada para resolver o problema real”, reforça Jessé Resende.
Experiência construída dentro da hotelaria
A Saga Systems Brasil desenvolveu sua trajetória acompanhando a rotina de hotéis independentes, pousadas, redes, resorts e diferentes perfis de empreendimentos.
Ao longo desse período, a empresa teve contato com recepcionistas, gerentes, profissionais da governança, equipes de manutenção, investidores, arquitetos, engenheiros e operadores. Essa proximidade permitiu identificar necessidades que nem sempre são percebidas fora da operação.
Uma porta que não abre, um cartão gravado incorretamente ou um equipamento que não se comunica com o sistema central podem parecer ocorrências pontuais, mas interferem diretamente no atendimento, na produtividade das equipes e na percepção do hóspede.
Por isso, a Saga Systems defende que a tecnologia hoteleira precisa ser desenvolvida a partir da realidade dos empreendimentos. Mais do que instalar equipamentos, é necessário compreender os processos, preparar as equipes, integrar as soluções e oferecer suporte para que a tecnologia gere resultados.
A empresa pretende utilizar sua participação no Encatho & Exprotel para apresentar essa visão e conversar com empresários, gestores e profissionais sobre os caminhos possíveis para a evolução tecnológica de cada empreendimento.
Exprotel conecta fornecedores e gestores da hospitalidade
Além da Saga Systems, o espaço reunirá empresas de tecnologia, infraestrutura, enxovais, mobiliário, alimentos, bebidas, serviços, segurança, automação e diferentes segmentos ligados à operação e à experiência do hóspede.
Mais do que conhecer produtos, os visitantes poderão conversar diretamente com fornecedores, comparar alternativas e entender como cada solução pode ser aplicada à realidade dos meios de hospedagem.
As inscrições para o 37º Encatho & Exprotel são gratuitas e podem ser feitas pelo site oficial do evento. A organização pede aos participantes, para que levem um alimento não perecível.
Serviço
O que: 37º Encatho & Exprotel
Quando: 11 a 13 de agosto de 2026
Onde: CentroSul, Florianópolis/SC
Quanto: Entrada gratuita. Doe um alimento não perecí
Inscrições: www.encatho.com.br
Realização: ABIH-SC
